É um longo aprendizado este viver.Quando penso ORGULHOSAMENTE : estou pronta, levo uma rasteira da vida. Estou literalmente desanimada, desanimada de tudo, de viver, de partilhar, de me sentir pequena. Como dizia meu pai, estou com dó de mim.É bom? Não. Vai passar? Vai, com certeza. Mas nesse momento está dificil e estou meio a deriva.O mar está bravo, mas a canoa não vai virar. Ainda tenho um recurso que considero o maior, que é minha fé naquilo que acredito, minha intuição daquilo que é verdadeiro e melhor para o meu viver.O problema é que por mais certeza, crença, fé ou seja lá o que for que me mova em direção a minha verdade, ela nem sempre é a verdade do outro ou outros que me cercam. E é nesta hora que eu tenho que aprender a me calar.Mas não é calar só a boca e deixar tudo lá dentro de mim numa briga infernal. É calar a boca, esquecer e deixar a quem de competencia que tome suas próprias decisões e as assuma. Decididamente preciso fechar as portas do meu ser para tudo que me faz mal e penso: será que um dia vou conseguir?
Namasté
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Ética e respeito
"Que você possa aprender a perder sem se sentir derrotado.Que isso possa fazer você mais guerreiro...porque parte de nós é o que temos...mas a outra parte é sonho."
Um dia,não muito tempo, eu disse que uma das grandes lições que aprendi durante a doença de minha mãe foi me indignar com comportamentos sem ética,comportamentos pequenos ,de pessoas que não valem o meu afeto.Hoje estou provando deste fel, estou indignada e pensando que quero neste pedaço do meu caminho me dar o direito de sentir raiva, de provar desta raiva e saber que ela é consequência de um sentimento sadio de defesa dos meus afetos. Mas a raiva não vem só, vem acompanhada de uma imensa tristeza.Tristeza por ter em algum momento acreditado que as pessoas mudam e se tornam melhores do que realmente são. E eu quiz muito acreditar.Mas, como está na citação no inicio do texto,não quero perder o direito de sonhar e de procurar em meu caminho pessoas melhores, que ajam com dignidade e façam parte dos meus sonhos.
Namasté
Um dia,não muito tempo, eu disse que uma das grandes lições que aprendi durante a doença de minha mãe foi me indignar com comportamentos sem ética,comportamentos pequenos ,de pessoas que não valem o meu afeto.Hoje estou provando deste fel, estou indignada e pensando que quero neste pedaço do meu caminho me dar o direito de sentir raiva, de provar desta raiva e saber que ela é consequência de um sentimento sadio de defesa dos meus afetos. Mas a raiva não vem só, vem acompanhada de uma imensa tristeza.Tristeza por ter em algum momento acreditado que as pessoas mudam e se tornam melhores do que realmente são. E eu quiz muito acreditar.Mas, como está na citação no inicio do texto,não quero perder o direito de sonhar e de procurar em meu caminho pessoas melhores, que ajam com dignidade e façam parte dos meus sonhos.
Namasté
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
A Paz
"A paz no mundo começa dentro de mim quando me aceito, de corpo e alma e reconheço meus limites com paciência e calma."
Penso que este é meu maior sonho, e ando em busca dele com afinco e muita vontade. Estou testando meus limites, mas não com a calma necessária,ainda atropelando um pouco as emoções e ficando a deriva como um barco na tempestade.Quando envelhecemos nos cobramos posturas de sabedoria plena, mas não é justo nem humano exigir toda esta perfeição, A paz tão almejada virá com certeza da calma diante das dificuldades, da resolução ponderada dos problemas maiores ou menores que a vida traz, do inspirar e expirar que o yoga me ensinou durante tantos anos( confesso que tenho respirado muito mal ultimamente). Reconhecer os meus limites e fazer com que os outros o respeitem é uma tarefa difícil, mas como tudo na vida é aprendizado e nem sempre este aprendizado será desfrutado neste corpo, vou buscá-lo até a exaustão e alcançá-lo será o encontro com a paz.
Penso que este é meu maior sonho, e ando em busca dele com afinco e muita vontade. Estou testando meus limites, mas não com a calma necessária,ainda atropelando um pouco as emoções e ficando a deriva como um barco na tempestade.Quando envelhecemos nos cobramos posturas de sabedoria plena, mas não é justo nem humano exigir toda esta perfeição, A paz tão almejada virá com certeza da calma diante das dificuldades, da resolução ponderada dos problemas maiores ou menores que a vida traz, do inspirar e expirar que o yoga me ensinou durante tantos anos( confesso que tenho respirado muito mal ultimamente). Reconhecer os meus limites e fazer com que os outros o respeitem é uma tarefa difícil, mas como tudo na vida é aprendizado e nem sempre este aprendizado será desfrutado neste corpo, vou buscá-lo até a exaustão e alcançá-lo será o encontro com a paz.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Mudanças

Quanta luta é travada em nossos pensamentos no decorrer da tomada de algumas decisões.Muitas vezes se faz necessário abdicar de alguns conceitos antigos, arraigados no nosso eu mais profundo.Outras vezes se faz necessário desistir de alguns sonhos, ou melhor dizendo trocar alguns sonhos que nunca se realizarão por outros mais reais. Na verdade mudar prioridades, mudar o foco e deixar de viver neste vitimismo que alimentamos para nos sentirmos melhores e na verdade nos faz sentir piores.Tenho sido pouco generosa comigo mesma e consequentemente com as pessoas que estão a minha volta e então me lembro de uma pequena historia do meu professor de yoga:-Um sábio dizendo a seu discípulo que havia dentro dele um lobo e um cordeiro sempre em constante luta.O discípulo pergunta qual será o vencedor? E êle responde-:Aquele que eu mais alimentar.
Então volto no tempo, me sento em pensamento naquela sala abençoada em que faziamos nossas práticas de yoga e reformulo o meu viver, penso, respiro, tomo decisões, amo o meu próximo,me emociono, oro e faço mais uma promessa a mim mesma:vou exercitar a generosidade.
NAMASTE
Então volto no tempo, me sento em pensamento naquela sala abençoada em que faziamos nossas práticas de yoga e reformulo o meu viver, penso, respiro, tomo decisões, amo o meu próximo,me emociono, oro e faço mais uma promessa a mim mesma:vou exercitar a generosidade.
NAMASTE
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Minha casa,meu lar
Eu fechei para balanço mesmo.Esta foi uma semana diferente.Uma semana de solidão sem tristeza.Marido, filhos, netos e genros ausentes,cada um deles envolvidos em suas próprias vidas em lugares distantes. Foi uma pausa para mim mesma e gosto disso, gosto de conviver comigo.Fiquei então só, com o trabalho, meus amigos, meus prazeres e minha casa.Tive então a certeza de que amo esta casa, este meu lar, este espaço que me enche de prazer, me faz cantar, ouvir pássaros,colocar flores nos vasos. É aqui que eu me encontro, tenho contato com meu eu mais profundo, aquele que as vezes passa o dia todo quietinho lá dentro, esperando que eu chegue em casa para se fazer notar. E adoro estes encontros, este convívio comigo e com meu interior, que é sempre mais intenso quando estou só. Ligo meu Ipod e como diz a música -deixo a vida me levar-.Isto tudo não significando que não gosto da presença de meus amores, amo estar com eles, mas esta semana anual de ausência é muito especial. É quando busco as respostas para minhas inquietações, soluções razoáveis para alguns problemas e acima de tudo a sabedoria da aceitação quando se faz necessário.Mudei algumas coisas na vida para este ano que se iniciou( como de todo o brasileiro, só depois do Carnaval), mas continuo firme na lista de prioridades do texto anterior.
Namaste
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